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Transformação digital na Cardiologia: 6 tendências que moldarão o futuro da saúde cardíaca

A revolução digital tem se tornado cada vez mais presente e sua importância tem se destacado em todas as áreas da saúde. Hoje, a Medicina é praticada com outros tipos de avanços e algumas tendências que chegaram para ficar, como é o caso da proteção de dados (com a LGPD), dos novos modelos de remuneração na saúde suplementar e a incorporação da tecnologia, com o atendimento remoto (telemedicina), os registros eletrônicos (softwares de gestão e prontuários médicos), a inteligência artificial (auxílio no diagnóstico e melhora da eficiência no tratamento), a robótica (cirurgias), entre outros.

A adoção de tecnologias inovadoras que prometem transformar a experiência dos pacientes, melhorando significativamente a eficiência dos tratamentos voltados à saúde dos olhos, impactando diretamente na qualidade de vida, dos que recebem estes tratamentos.

O cenário da saúde cardiovascular está sendo transformado por equipamentos, medicamentos e procedimentos de vanguarda, oferecendo perspectivas otimistas para a abordagem e reversão de condições clínicas. A inovação emerge como a tendência dominante nos próximos anos, impulsionada, em grande parte, pelo desafio do envelhecimento populacional.

 

Anualmente, os cardiologistas incorporam métodos e processos de última geração, promovendo maior precisão e eficácia em suas práticas. Essa evolução beneficia a todos os envolvidos: os profissionais médicos agora têm à disposição recursos que aprimoram significativamente sua atuação, enquanto os pacientes desfrutam de prognósticos mais promissores.


Neste contexto, destaca-se cinco tendências que moldarão a jornada da cardiologia nos próximos anos:

1-Marca-passos biológicos


Os marca-passos revolucionaram o tratamento de arritmias há décadas. Atualmente, cientistas exploram inovações para manter a regularidade dos batimentos cardíacos.

Pesquisas em andamento recrutam células-tronco geneticamente modificadas com o objetivo de transformá-las em reguladoras do ritmo cardíaco, apresentando uma abordagem promissora para futuros avanços na cardiologia.

Outra linha de pesquisa busca a utilização de células sensíveis à luz de uma alga para controlar o órgão por meio de pulsos luminosos. 


2 – Robótica

 

O emprego de robôs em procedimentos de desobstrução arterial está em constante crescimento. Nesse contexto, um braço robótico é utilizado para delicadamente inserir o stent, uma pequena peça flexível que efetua a abertura do vaso. O médico, de forma remota, opera o sistema a uma distância segura, eliminando a exposição à radiação da máquina de raios X.

 

Recentemente, testes inovadores buscam expandir os limites da medicina remota. Em uma fase inicial, profissionais realizaram com sucesso cinco operações a uma distância impressionante de 35 km dos pacientes, evidenciando os avanços significativos na aplicação da tecnologia robótica na prática médica.

A tendência agora é que os robôs ganhem cada vez mais espaço e garantam aos médicos e pacientes mais assertividade na realização dos procedimentos. Isso porque os robôs são capazes de produzir pequenos movimentos de forma repetida com precisão, o que uma mão humana não seria capaz de fazer. As consequências disso são resultados ainda melhores, maior padronização dos procedimentos e menor dependência da habilidade do cirurgião.

 

3 – Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)

 

O investimento em prontuário eletrônico único promete revolucionar a comunicação entre profissionais de saúde. Essa plataforma integrada oferece acesso a informações multimídia sobre o histórico clínico, possibilitando decisões mais ágeis e assertivas. Além disso, busca garantir atendimento personalizado, autonomia e participação ativa dos pacientes na gestão de sua saúde, resultando em maior eficiência e economia de custos.

 

4 – Inteligência Artificial (IA)

 

A integração da IA na cardiologia promete segurança e precisão na aplicação de técnicas rotineiras na área. O InCor, pioneiro na América Latina, integrou uma prática que se prevê comum nos próximos anos: a utilização de inteligência artificial (IA) na colocação de stents.

 

Um software avançado analisa as imagens da placa que causa a obstrução arterial, capturadas por um cateter especializado. Em tempo real, o programa emite um diagnóstico preciso da situação e propõe a abordagem mais eficaz para o caso. 

 

Esse processo não apenas otimiza recursos, mas também reduz as complicações associadas, marcando um avanço significativo na aplicação da IA em procedimentos cardíacos.

5 – Wearables

As informações capturadas por smartphones, relógios, pulseiras e vestimentas têm grande potencial para auxiliar os profissionais de saúde. Pesquisas já demonstram que alguns desses dispositivos fornecem medições confiáveis dos batimentos cardíacos, indo além ao identificar arritmias. 

 

Essa coleta de dados, proveniente de fontes variadas, promete ser uma ferramenta valiosa para o monitoramento da saúde cardíaca, proporcionando insights importantes para a prática médica. É importante ressaltar, no entanto, que é preciso cuidado na hora de escolher, pois nem todo dispositivo à venda foi certificado e estudado para esse fim. E há opções piratas no mercado. 

 

5 – Telemedicina

 

A pandemia acelerou a adoção da telemedicina em todas as áreas e na cardiologia não é diferente. Apesar de resistências, essa tecnologia digital possibilita consultas a distância, sendo crucial para pacientes em áreas remotas. Eliminando retornos desnecessários, reduzindo custos e desafogando filas, a telemedicina se torna uma aliada na democratização do acesso à saúde ocular.

 

Essas tendências prometem não apenas revolucionar a prática clínica, mas também elevar a qualidade de vida dos pacientes oftalmológicos, consolidando a oftalmologia como pioneira na incorporação de inovações tecnológicas.

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