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EBRAMED busca democratizar o Ensino Médico no Brasil

Marcus Tatagiba, CEO da EBRAMED, associado a uma equipe qualificada, está revolucionando a forma de ensinar medicina no país, colocando o paciente como o foco de todo o processo

 A Escola Brasileira de Medicina (EBRAMED) nasceu em 2020 para impulsionar o sistema de saúde e transformar a atual realidade brasileira, onde há uma forte concentração de médicos em poucas regiões do país, gerando bruscas diferenças em diversos índices de saúde populacional. Em geral, as grandes capitais são bem abastecidas, enquanto outras regiões carecem de atendimento pleno e de qualidade.

Fundada pelo empreendedor Marcus Vinicius Tatagiba, a EBRAMED vem para democratizar o acesso à formação (especialização médica e multiprofissional) por meio de uma plataforma moderna, inovadora e robusta de ensino digital, além de um corpo docente altamente qualificado.

Com isso, quer aumentar a capacidade de atendimento médico no sistema de saúde em âmbito nacional por meio da telemedicina, da simulação realística virtual, da interatividade virtual e gamificação da aprendizagem, sempre associados a atendimentos a pacientes ou atores convidados. É a primeira plataforma de Pós-Graduação focada em ensino digital para a comunidade médica-científica e multiprofissional no país, resultado de um projeto bem-sucedido e idealizado pelo time de inteligência educacional do Grupo Educar Mais, uma das principais holdings de educação do país, que já formou mais de 50 mil profissionais. 

A EBRAMED conta ainda com a supervisão técnico-científica e gestão de ensino do cardiologista Leonardo Jorge Cordeiro de Paula. Ele também é especialista em Gestão de Saúde e Educação, com atuação ativa na educação digital e telemedicina há mais de 10 anos. Trabalhou no Hospital Insraelita Albert Einstein e é médico cardiologista assistente do Incor – Instituto do Coração da USP.

Para proporcionar qualidade no ensino, a escola está sempre ligada nas inovações do mercado e busca fomentar parcerias com empresas renomadas. Por meio dessas alianças, por exemplo, foi possível desenvolver uma plataforma de estudos que permanece disponível 24 horas por dia, e-books interativos, atividades práticas simuladas virtuais com pacientes e casos clínicos com realidade virtual – que podem ter desfechos diferentes de acordo com as condutas escolhidas pelo aluno.  Também há um software de telemedicina dedicado, tanto para o treinamento prático quanto para utilização profissional individual e  conteúdos para capacitação em marketing digital, finanças e gestão da carreira. Os docentes são profissionais de destaque nacional e especialistas conectados com o mercado. Atuam, tanto de forma acadêmica quanto em contato direto com os pacientes, em hospitais, consultórios e unidades de saúde.

Esses profissionais desenvolvem, em conjunto com o time da escola, uma grade curricular completa para o aluno, com atividades práticas – seja por telemedicina (carro-chefe da empresa),  ou presencialmente em uma gama de hospitais conveniados em todo território nacional, sempre acompanhados por preceptores docentes ou especialistas altamente treinados.  Além disso, há mentoria em grupo em todas as pós-graduações.

Quando falamos sobre Hospitais e Clínicas parceiras, a escola sempre busca instituições de saúde com renome nacional, possibilitando estágios práticos supervisionados nas diversas especialidades oferecidas pela instituição. Recentemente, novos parceiros foram anunciados em São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Norte, Amazonas, Mato Grosso e Rio de Janeiro.  Já são mais de 500 unidades conveniadas.

O aluno também pode participar de um programa de intercâmbio nos Estados Unidos, com mais de 200 hospitais conveniados. Depois de concluir o curso, é possível aplicar ao United States Medical Licensing Examination (USMLE) – um exame de múltiplas etapas pelo qual o médico é obrigado a passar antes de ser autorizado a exercer a profissão no país. 

Outra parceria importante é com a Digital Medicina Serviços Médicos, empresa especializada em Telemedicina e Saúde Digital que, por meio de contratos de trabalho direto e preceptoria acadêmica com diversas instituições, proporciona atividades, garante o aprendizado e carga horária prática requerida para os programas da escola.

Atualmente, a startup conta com 160 colaboradores, dos quais 105 são da equipe médica. Com dois anos de operação, já passaram pela EBRAMED mais de 3,5 mil médicos nos cursos de extensão e, atualmente, são 1.240 alunos nos cursos de pós-graduação, com média atual de 300 novas matrículas por mês. Até o final do ano, a projeção é impactar cerca de 30 mil alunos.

São mais de 40 cursos de pós-graduação reconhecidos pelo MEC, webinários e aulas ao vivo, fóruns de discussão, e um grande diferencial, a plataforma MD.Play, que oferece milhares de aulas e conteúdos de ensino médico customizados a partir do perfil de conhecimento e necessidades profissionais de cada usuário. 

Marcus Vinicius Tatagiba e Leonardo Jorge respondem algumas perguntas:

Como a EBRAMED nasceu?

A Escola Brasileira de Medicina – EBRAMED, nasceu a partir de uma iniciativa do Grupo Educar Mais, que está a mais de 15 anos no mercado de ensino superior, sendo a proprietária e mantenedora de várias marcas, dentre as quais podemos destacar a Defensoria do Brasil na área jurídica, ABRACOMEX, voltada para o comércio exterior e Massachusetts Institute of Business – MIB, escola sediada em Boston USA.

Com a pandemia, pudemos perceber como o acesso à saúde da forma mais prática e objetiva se tornou fundamental, tanto para diminuir aglomerações, quanto para garantir atendimento mesmo aos pacientes que não conseguiriam se deslocar até uma unidade de saúde. Foi baseado na expertise de ensino, somado ao momento em que o Brasil vivia, que iniciou-se o movimento para criação de uma escola médica.

Quais foram as principais dificuldades que encontraram dentro do mercado?

Estamos aqui falando sobre um mercado de educação médica e multiprofissional, que está paulatinamente migrando de um ambiente presencial para um ambiente virtual. Então, a primeira dificuldade que pudemos perceber foi da aceitação da utilização dessas ferramentas por parte dos profissionais, seja para viabilizar sua formação, como para complementar o ensino ou garantir segurança para o exercício da profissão.

Fizemos uma pesquisa com uma base interna de médicos que já possuíam acesso à nossa escola, 800 pessoas participaram do estudo e constatamos que quase três quartos dos médicos não tinham contato ou um mínimo de experiência com telemedicina.

A pandemia e a necessidade de utilizar a telemedicina para otimizar atendimentos de qualidade foram fatores determinantes na quebra dessa resistência.

O cenário brasileiro é favorável para disseminar o uso da telemedicina?

Sim. O Ministério da Saúde assinou uma portaria que regulamenta e impulsiona a telemedicina no sistema de saúde, o SUS.

Atendimento pré-clínico, suporte assistencial, consultas, monitoramento e diagnósticos ficarão mais acessíveis por conta da facilidade tecnológica e pelo potencial que a telemedicina tem de agregar uma grande quantidade de médicos que hoje estão fora do SUS e longe das áreas mais carentes.

O Brasil é celeiro para a formação de grandes profissionais da saúde.  São mais de 500 mil médicos formados e aproximadamente 64% têm o título de especialista. Em 2030, a perspectiva é ainda maior: espera-se que esse número ultrapasse os 800 mil, segundo dados do Conselho Federal de Medicina, em parceria com a Universidade de São Paulo.

Especificamente na área médica existem mais oportunidades profissionais do que médicos disponíveis. O Brasil tem 2,4 profissionais para cada mil habitantes, número superior à população do Japão, por exemplo, e próxima de países como Estados Unidos (2,6), Canadá (2,7) e Reino Unido (2,8).

Quais são as metas da EBRAMED para os próximos cinco anos? 

Acreditamos que a EBRAMED será referência nacional para formação complementar, tanto em medicina quanto nas outras áreas ligadas à saúde. Queremos ser reconhecidos como uma marca inspiradora na missão de democratizar de forma concreta o acesso à saúde.

Nos vemos também como uma enorme referência para trabalho e acesso a serviços de saúde por meio da telemedicina, pois nosso objetivo não é somente fornecer ferramentas de trabalho online, mas também capacitar os profissionais.

Com a robustez do projeto da EBRAMED, temos a pretensão de equalizar a formação complementar dos profissionais de saúde, o que levará a uma melhora expressiva da qualidade de atendimento para a população em geral, já que os profissionais nos diversos polos de saúde, sejam públicos ou privados, terão nível de conhecimento e habilidades semelhantes para tratar da melhor forma o indivíduo independente do seu nível de renda.

Conheça a maior plataforma digital de ensino e prática médica do Brasil: www.escolabrasileirademedicina.com.br 

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Tags :
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